Como perpetuar o seu negócio sem perder a sua família?


Tem uma história que muitos já escutaram pelo menos uma vez, trata-se um pai que durante longos anos da vida batalhou para construir uma empresa, a qual se tornou o sustento da sua família. Os filhos deste empresário crescerem ali no meio, em alguns dias acompanhavam o pai no trabalho, passavam as tardes brincando com os produtos produzidos na empresa ou com os papéis e canetas do escritório. Muitos desses empresários começaram “do nada” apenas com uma ideia e com muito esforço viram a empresa crescer. Com os frutos da empresa, foi possível fornecer educação, alimento e sustento para toda a família. Mas, chegou a hora do pai se aposentar e o herdeiro assumir o comando da empresa. Esse processo parece tão natural, afinal, a criança cresceu em meio a este mundo, escutando o tempo todo “Filho, um dia tudo isso será seu”. Mas, diferente do que parece, essa etapa da vida não é simples e essa história não trata-se de um conto de fadas.


Pesquisas apontam que cerca de 65% das empresas familiares quebram até a segunda geração e aproximadamente 90% das empresas não chegam na terceira geração. Mas, o que explica esse alto índice de falência das empresas familiares? Na maioria dos casos, os fundadores estão envolvidos na administração dos negócios que não planejam o futuro. Pensam que são “imortais” e nem sequer vislumbram a necessidade de planejar a sucessão com antecedência. Muitos empresários também relutam em transferir o controle ou mesmo a gestão para seus herdeiros. A mesma paixão que os levou a criar a empresa pode impedi-los de se afastar do dia a dia. A escolha do sucessor também pode envolver aspectos emotivos, não se trata apenas de uma decisão racional. Ou seja, se por um lado trabalhar em família tem suas vantagens, por outro representa uma série de conflitos internos que podem comprometer o desempenho – e até mesmo a sobrevivência – das organizações e da própria família, uma vez que o sustento da família depende exclusivamente da empresa. Independente do porte ou segmento de atuação, as companhias familiares enfrentam quase sempre as mesmas dificuldades: profissionalizar a gestão, prever a sucessão e administrar a divisão de poder, bens e status entre os parentes.


O momento de sucessão familiar dentro de uma empresa é muito delicado e nem sempre ocorre a atenção devida com o acompanhamento de um profissional, resultando em altos índices de empresas que não prosperam. “Quando falamos em sucessão, não nos referimos apenas em o herdeiro assumir responsabilidades ou desenvolver características de liderança, a sucessão vai além, pois a empresa, na maioria das vezes, é o único sustento da família. Mais que uma expectativa, estamos falando em sustento familiar, tanto financeiramente como emocionalmente”, destaca Letícia Vargas, especialista em sucessão de empresas familiares.


Por mais que alguns mencionem “negócios, negócios, família a parte”, a realidade não é tão simples. Afinal, vários herdeiros podem desejar ocupar o cargo de sucessor, ou pior, ninguém sonhar em dar continuidade a empresa construída com tanto esforço, amor e paixão. Os conflitos podem ser diversos, uma vez que não se trata apenas de negócios ou de família, mas sim de ambos e ao mesmo tempo. Na maioria das empresas familiares, os conflitos começam no escritório e continuam na mesa de jantar. Como preservar o negócio e a família?


Se você deseja ver a sua empresa perpetuar, preparando bem os herdeiros e a aposentadoria do fundador da empresa, a A3P é especialista no assunto e pode ajudar a sua empresa também. Agende online uma reunião sobre sucessão familiar e veja de que forma essa sucessão pode contribuir com o futuro da empresa e da família.


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